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Hoje é Dia do Sertanejo


Sabe por que se comemora o dia do sertanejo hoje? clique aqui.

Hoje é Dia do Sertanejo


Hoje é 3 de maio, Dia do Sertanejo, dia que muita gente passa por aqui pra saber exatamente o porquê dessa data.

Vou deixar mais abaixo a explicação, mas antes um vídeo que qualquer um deveria assistir. Bruno, voz e violão, cantando “Amante”, de Chitãozinho e Xororó.

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Por que comemoramos o “Dia do sertanejo” em 3 de maio?

Aparecida-SP, cidade conhecida por sua questão religiosa, sempre recebeu caravanas de todos os tipos. Cantores e violeiros não ficavam de fora, e na década de 1960, organizavam viagens até a cidade, acompanhavam uma missa e se reuniam depois para tocar, sempre com suporte da Rádio Aparecida.

Acompanhando esses encontros esporádicos entre músicos, Geraldo Meirelles, comunicador importante na história da música sertaneja, teve a ideia de definir uma data específica para que sertanejos de todos os cantos fossem se encontrar em Aparecida. A intenção era de criar uma tradição.

O dia escolhido foi 3 de maio. O ano era 1964. Violeiros de todos os cantos foram chamados e, para que a reunião tivesse mais força ainda, a Rádio Aparecida organizou um show encabeçado por Tonico e Tinoco, que também contou com nomes como Liu e Léu e Irmãs Galvão.

Com o evento se repetindo todo dia 3 de maio, a data passou a ser difundida como “Dia do Sertanejo”.

A ideia foi seguida tão à risca que, amanhã, a cidade recebe a 52ª do show. São 52 anos mantendo a tradição.

É comum que se veja em alguns lugares, no dia 3, homenagens ao povo sertanejo, povo oriundo do sertão. Não há nada de errado nisso, embora a origem seja a história contada acima.

Se nossa música emprestou o termo “sertanejo” deles, nada mais justo que se utilizem dessa data para homenageá-los também.

Por que comemoramos o “Dia do sertanejo” em 3 de maio?


Amanhã, terça-feira, dia 3 de maio, é “Dia do Sertanejo”.

Estou escrevendo um dia antes por saber que muita gente passa no blog procurando informações sobre a data.

Já contei a história aqui, mas não custa relembrar.

Aparecida-SP, cidade conhecida por sua questão religiosa, sempre recebeu caravanas de todos os tipos. Cantores e violeiros não ficavam de fora, e na década de 1960, organizavam viagens até a cidade, acompanhavam uma missa e se reuniam depois para tocar, sempre com suporte da Rádio Aparecida.

Acompanhando esses encontros esporádicos entre músicos, Geraldo Meirelles, comunicador importante na história da música sertaneja, teve a ideia de definir uma data específica para que sertanejos de todos os cantos fossem se encontrar em Aparecida. A intenção era de criar uma tradição.

O dia escolhido foi 3 de maio. O ano era 1964. Violeiros de todos os cantos foram chamados e, para que a reunião tivesse mais força ainda, a Rádio Aparecida organizou um show encabeçado por Tonico e Tinoco, que também contou com nomes como Liu e Léu e Irmãs Galvão.

Com o evento se repetindo todo dia 3 de maio, a data passou a ser difundida como “Dia do Sertanejo”.

A ideia foi seguida tão à risca que, amanhã, a cidade recebe a 52ª do show. São 52 anos mantendo a tradição.

É comum que se veja em alguns lugares, no dia 3, homenagens ao povo sertanejo, povo oriundo do sertão. Não há nada de errado nisso, embora a origem seja a história contada acima.

Se nossa música emprestou o termo “sertanejo” deles, nada mais justo que se utilizem dessa data para homenageá-los também.

Dia do Sertanejo


Hoje é “Dia do Sertanejo”.

Como me pediram novamente para explicar sobre a data, deixo aqui um texto já postado algumas vezes no blog, que esclarece a questão.

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Hoje, dia 3 de maio, é comemorado o “Dia do Sertanejo”.

Diversas cidades comemoram o “dia” em datas diferentes, por exemplo Maringá, que comemora no último domingo de setembro, de acordo com uma lei municipal.

Sempre houve muita confusão com a utilização de forma isolada do termo “sertanejo”, pois ele se refere mais ao povo do que à música. Atualmente, muitos preferem tratar a data como dia do povo sertanejo, de origem no sertão nordestino, mas a origem da data é mesmo musical.

Abaixo, segue a história de como 3 de maio virou “Dia do Sertanejo”.

Nos anos 1960, violeiros seguiam anualmente em caravana para a cidade de Aparecida, em São Paulo, para assistir a um dia de missas. Em 1964, Geraldo Meireles, o “Marechal da Música Sertaneja” (ná época ele estava começando a surgir no cenário sertanejo), propôs que os violeiros passassem a se encontrar todo ano em uma mesma data, para que pudesse ser instituído um “Dia do Sertanejo”.

Com a ajuda da Rádio Aparecida e a aceitação dos violeiros, no dia 3 de maio de 1964, Meireles levou a dupla Tonico e Tinoco para se apresentar na cidade.

Resultado: há 48 anos a tradição se mantém.

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Em 1975, o deputado federal Jorge Paulo, do MDB, apresentou um projeto de lei que previa instituir nacionalmente o “Dia do Sertanejo” em 3 de maio, mas o projeto foi arquivado.

Hoje é “Dia do Sertanejo”


Hoje, dia 3 de maio, é comemorado o “Dia do Sertanejo”.

Diversas cidades comemoram o “dia” em datas diferentes, por exemplo Maringá, que comemora no último domingo de setembro, de acordo com uma lei municipal.

Sempre houve muita confusão com a utilização de forma isolada do termo “sertanejo”, pois ele se refere mais ao povo do que à música. Atualmente, muitos preferem tratar a data como dia do povo sertanejo, de origem no sertão nordestino, mas a origem da data é mesmo musical.

Abaixo, segue a história de como 3 de maio virou “Dia do Sertanejo”.

Nos anos 1960, violeiros seguiam anualmente em caravana para a cidade de Aparecida, em São Paulo, para assistir a um dia de missas. Em 1964, Geraldo Meireles, o “Marechal da Música Sertaneja” (ná época ele estava começando a surgir no cenário sertanejo), propôs que os violeiros passassem a se encontrar todo ano em uma mesma data, para que pudesse ser instituído um “Dia do Sertanejo”.

Com a ajuda da Rádio Aparecida e a aceitação dos violeiros, no dia 3 de maio de 1964, Meireles levou a dupla Tonico e Tinoco para se apresentar na cidade.

Resultado: há 48 anos a tradição se mantém, e na tarde de hoje, a partir das 15h, a Rádio Aparecida realizará o “Show Sertanejo” no auditório da Rede Aparecida de Comunicação.

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Em 1975, o deputado federal Jorge Paulo, do MDB, apresentou um projeto de lei que previa instituir nacionalmente o “Dia do Sertanejo” em 3 de maio, mas o projeto foi arquivado.

“Virada Cultural” fará “Arraial da Inezita”. Sertanejo estará presente nos dois dias do evento


Neste final de semana (sábado e domingo, 20 e 21), acontece mais uma edição da “Virada Cultural” em São Paulo. Serão 24 horas de eventos culturais distribuídos pela capital.

Se em outros anos a “Virada” foi motivo de críticas aqui no blog, por praticamente ignorar o sertanejo, o motivo dessa postagem é bem diferente.

A música caipira terá um belo espaço por conta da homenagem a uma paulistana ilustre que nos deixou recentemente: Inezita Barroso.

Na Praça da República, a partir das 18h do sábado, tem início o “Arraial da Inezita”, com apresentações muito boas: Orquestra Paulistana de Viola Caipira, Zé Mulato e Cassiano, Pedro Bento e Zé da Estrada e Cézar e Paulinho, além de um show do Ricardo Vignini com o Índio Cachoeira.

Vale lembrar que um dos curadores da “Virada” de 2015 é Aloísio Milani, roteirista do “Viola Minha Viola”. Ponto pra gente.

Além do palco homenageando Inezita, ainda haverá, no sábado, às 20h, uma apresentação das Galvão no Sesc Consolação.

No domingo, às 16h, quem canta na “Virada” é Almir Sater, no Sesc Interlagos.

Ainda há algumas outras apresentações relacionadas à viola, pra quem é chegado a se aprofundar mais no uso do instrumento (aqui).

A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento (clique aqui).

Feliz Dia dos Pais – Sertanejo


Dia dos pais, em vez de mais uma edição especial do programa “Universo Sertanejo“, vou citar três passagens atuais e bonitas que combinam com o dia de hoje.

Na última agenda feita pela dupla César Menotti e Fabiano, há uma charge que traz a dupla, o irmão Fábio, a mãe, e o pai Toninho do Ouro, falecido em junho do ano passado.

Figura indispensável na trajetória artística dos filhos, seu Toninho do Ouro recebeu uma homenagem que vem junto da charge:

“Desde a partida de nosso pai o Sr. Toninho do Ouro temos passado por momentos de superação, nosso conforto é a herança de honestidade, persistência e o sonhos realizados em nossas vidas deixada pelo grande homem que tivemos como pai!. Por isso, temos força para seguir aqui na terra o caminhou que ele traçou para nós.”

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Lançado no ano passado, o CD “Lado A, Lado B”, da dupla João Carreiro e Capataz, traz uma canção chamada “Sarafa”.

João Carreiro fez a música em homenagem ao pai já falecido do Capataz, e gravou a canção sem contar ao seu parceiro, que chegou ao estúdio e se emocionou com a surpresa.

O apelido do pai do cantor era “Serafa” (José Alfredo Serafim), mas João Carreiro o chamava de “Sarafa”, por isso o título da canção.

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Durante toda a última semana, o Shopping Paseo, em Salvador-BA, realizou uma exposição de desenhos do caricaturista Rodrigo Color. As caricaturas traziam pais e filhos ilustres. Uma delas nos diz bastante a respeito, e faz todo sentido hoje.

Blener Maycom fala do sucesso de “Atrasadinha”


O ano de 2018 já vinha chegando ao fim quando “Atrasadinha”, de Felipe Araújo, decidiu decolar.

Produzida por Blener Maycom, a canção tomou novas proporções quando foi cantada, de maneira divertida, pelo jogador Vinícius Jr, do Real Madrid.

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A mistura de sertanejo com pagode, gravada por Felipe com participacão de Ferrugem, funcionou imediatamente com o público.

Blener já havia testado alguns limites e acertado alguns meses atrás. Na tentativa de trazer de volta Humberto e Ronaldo ao topo das paradas, sabendo que a dupla precisava de um chacoalhão no repertório, o produtor apostou em um arranjo extremamente simples e popular em “Não fala não pra mim”, que a dupla gravou ao lado de Jerry Smith.

O resultado positivo lembrou o que o produtor já havia feito com João Neto e Frederico ao unir a dupla com Kevinho, desconhecido no meio sertanejo na época.

Blener passou o ano com destaque nas paradas tanto de rádio quanto digitais. São dele, além de “Atrasadinha” e “Não fala não pra mim”, as produções dos últimos lançamentos de Naiara Azevedo, que se consolidou após o boom recente do sertanejo feminino, Diego e Arnaldo, uma das principais da Sony Music, e Gabriel Diniz, que a cada ano funde mais seu forró com sertanejo.

O sucesso de “Atrasadinha” (Diego Barão/Leo Brandão/Wynnie Nogueira), lançada pela Universal Music, é uma espécie de reafirmação de que as pessoas estão cada vez mais abertas a misturas e novidades.

“Eu sempre apostei muito em inovação, sempre pensei em trazer novidade para o público e o sertanejo permite essa abertura, não é um povo de cabeça fechada. O brasileiro gosta muito de pagode, é um dos nossos estilos mais populares, e a parceria do Felipe com o Ferrugem me permitiu fazer algo novo”, diz Blener.

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A entrada de “Atrasadinha” no repertório do cantor não foi das mais simples.

“Eu tenho uma casa de composições aqui e o compositor mostrou pra mim, mas eu não dei muita atenção durante a audição, mas a gente sabe que música tem endereço, né? Um amigo meu, Alessandro Queiroz, que gostava da música decidiu ir atrás do Vanucci (Rafael Vanucci, sócio de Felipe) e ficou insistindo pra que ele ouvisse, e o Vanucci acabou gostando”.

Depois de gravada, a música ainda não era a unanimidade.

“Quando chegou o momento de decidir a música de trabalho, tinha uma outra música ganhando dela, uma preferência meio que de todo mundo, mas o Felipe em especifico queria essa, ele não tinha dúvida. Algumas pessoas tinham receio por ser um pagode, mas o Felipe tava bem convicto, admiro isso nele”.

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“O Embaixador”


Na última sexta-feira, 26, foi disponibilizado nos canais de streaming o áudio do novo projeto de Gusttavo Lima, “O Embaixador”.

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Gravado durante a última edição da Festa de Barretos, em agosto, o projeto traz uma série de canções inéditas mescladas com alguns sucessos recentes, como “Zé da Recaída”, “Que pena que acabou” e “10 anos”, que ganhou uma versão bem diferente da conhecida.

No melhor momento de sua carreira, Gusttavo optou por um mega DVD que pode causar surpresa a quem não tem acompanhado seus shows: os arranjos são mais simples e populares do que os feitos em estúdio.

Esse estilo de arranjo que pauta quase todo o disco tem grande influência do nordestina, uma simplicidade que ele provou e gostou muito com “Fui Fiel” e “Que mal te fiz eu?”.

O visual impressiona pela grandiosidade. O vídeos estão sendo divulgados um por dia.

O primeiro a ser lançado, na sexta, foi “Carrinho na areia”, que pode ser conferido abaixo.

Logo, volto a falar mais do álbum.

DVD dos Menotti nos EUA


O anúncio feito pela dupla é muito bacana.

Os irmãos registrarão uma viagem pela Flórida dentro de um motorhome (um furgão-casa, caso alguém não saiba do que se trata), que se encerrará com um show em Orlando, dia 3 de novembro, um sábado, data também conhecida como véspera do meu aniversário.

A viagem começa dia 31 desse mês, na cidade de Key West.

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A nota oficial pode ser conferida abaixo:

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A dupla vai gravar DVD em Orlando juntando duas paixões: Música e viagens de motorhome, esta segunda, César Menotti tem feito com frequência e se apaixonou, destes passeios surgiu a ideia de gravar o novo trabalho nas estradas dos Estados Unidos e finalizar com show no camping em Orlando, onde as famílias fazem parada em com seus motorhomes.

A viagem com gravações iniciam dia 31 de outubro saindo de Key West e finaliza com grande apresentação em Orlando no Blue Water Kay dia 03 de novembro.

O repertório será uma mescla de grandes sucessos com canções inéditas. A dupla está bem feliz por fazer a viola chorar em território estrangeiro.

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