Universo Sertanejo

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Jhonny Welker com novidade: “Pegada Bruta”


Jhonny Welker é um cantor de 26 anos que aposta alto no sertanejo que a gente gosta de chamar de “bruto”.

Natural da sertaneja cidade de Ponta Grossa, no Paraná, o rapaz cita Matogrosso e Mathias e Jads e Jadson como duas de suas principais influências, o que nos dá a ideia do estilão dele.

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Há um mês se mudou para Goiânia, em uma nova etapa da carreira.

Apesar de seu nome parecer uma brincadeira com os uísques Johnnie Walker, não tem nenhuma sacada mirabolante por trás, não. É que seu nome de batismo é Jonathan Welker.

Welker está divulgando a música “Pegada Bruta”, que surpreende por sua voz grave tão firme mesmo sendo relativamente novo. O clipe é muito bacana, vale conhecer o artista.

Após o lançamento de “Pegada Bruta”, que pode ser conferida abaixo, o cantor virá com uma canção em parceria com a dupla Zé Ricardo e Thiago.

Os vídeos do Victor


Victor Chaves virou notícia, essa semana, por um vídeo irônico postado em seu canal.

Ele caiu em uma armadilha em que tantas figuras famosas vem caindo: a dificuldade de interpretação dos internautas.

Um dos assuntos abordados foi a suposta agressão a mãe de seus filhos. Ele usa de sarcasmo para tratar do assunto, imitando um jornalista mal informado e um artista de respostas tolas.

Por colocar esse assunto dentro de um vídeo irônico, em que simula um jornalismo pouco profissional, muita gente se manifestou achando um absurdo ele “brincar” com a situação e o vídeo virou notícia.

Victor, ontem (quinta, 15), publicou outro vídeo explicando que se tratava de uma sátira e que ele jamais faria troça com assuntos da vida dele.

O segundo vídeo pode ser visto abaixo.

Daniel ganha documentário sobre seus 30 anos de estrada


Deixo abaixo o texto oficial do documentário, que vai abordar todas as fases da carreira do Daniel, dos momentos mais tristes aos mais felizes.

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Daniel lança documentário, relembra momentos de superação na carreira e se emociona ao falar do amigo João Paulo

A pré-estreia do filme ocorrerá no dia 19 de Fevereiro, no Cinemark Eldorado, em São Paulo

A voz marcante, seu jeito carismático, as participações em novelas, filmes e ainda os grandes sucessos da carreira do cantor Daniel todos podem já saber. Agora, os fãs e até mesmo quem conhece apenas uma música ou outra, poderá saber mais sobre a história de vida, luta e superação do artista no documentário “DANIEL 30 ANOS NA ESTRADA”.

O média-metragem, com pré-estreia marcada para o dia 19 de fevereiro , às 20h, no Cinemark Eldorado, em São Paulo, para a imprensa e convidados, reconstitui a trajetória artística de Daniel mostrando os primeiros passos em direção à música, a parceria com João Paulo, as dificuldades antes da fama e a tragédia com a perda do amigo e companheiro de dupla. A partir daí, um novo recomeço, a consolidação de um trabalho consistente até a conquista de um lugar no topo do universo musical brasileiro. “Tenho certeza que cantar pra mim é mais que uma profissão, é uma missão que levo com muita responsabilidade e amor”, declara o cantor.

Com direção de Jeremias Moreira, roteiros de Vitor Alves e produção da JD Camillo, o filme conta com depoimentos de pessoas importantes, que tiveram uma participação significativa na sua trajetória como José Camillo e Maria Aparecida Camillo (pais do cantor), Renato Aragão, Xuxa, Manoel Nenzinho Pinto, Hamilton Policastro, Sérgio Reis, Cezar, da dupla Cezar & Paulinho, Rick, da dupla Rick & Renner, Peninha, As Galvão, Maestro Pinocchio, entre outros.

“É uma honra ter minha história contada dessa forma. O documentário retratou a minha carreira construindo cada etapa com depoimentos importantes, porque a gente não faz nada sozinho e com João Paulo & Daniel não foi diferente: muita gente fez parte da história da dupla”, confessa o cantor.

Para o diretor Jeremias Moreira “DANIEL 30 ANOS NA ESTRADA conta uma história real como se fosse um filme de ficção e serve de homenagem pessoal e exemplo para novas gerações”. “A vida se incumbiu de construir os elementos dramatúrgicos – os objetivos, os conflitos e os obstáculos, as vitórias e as conquistas. Está tudo lá e o resultado é um filme que emociona”, completou o diretor.

Planeta Azul


Quando aconteceu a tragédia em Brumadinho-MG, na semana passada, me lembrei da canção “Sobradinho”, um grande sucesso de Sá e Guarabyra, de 1978.

O trecho inicial “o homem chega/já desfaz a natureza/tira gente, põe represa/diz que tudo vai mudar” me veio imediatamente.

A canção surgiu por motivos diferentes (o projeto da Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia, e a construção da barragem no rio São Francisco, que alagou as cidades citadas na música e expulsou os moradores ribeirinhos), mas também versava sobre a ganância do homem.

Procurei entre os sertanejos se alguém também já havia tratado do assunto ambiental com tons mais críticos.

Há uma canção recente de Zezé di Camargo e Luciano, chamada “Seca Verde”, que sugere que as águas do São Francisco salvem as regiões de seca no Nordeste, mas trata-se de um texto mais poético do que de protesto.

A grande canção que me ocorreu foi mesmo “Planeta Azul”, de Chitãozinho e Xororó, que deu nome ao disco de 1991.

Embora muita gente tenha a impressão de que o assunto “meio ambiente” se tornou popular recentemente, as críticas aos rumos do planeta não são nada novas.

Na canção, escrita por Aldemir e Xororó, há referências ao aquecimento global, desmatamento e a outras pautas ambientais.

Vale a pena relembrar.

Bruno e Barretto fazem seleção de “derramadas” em novo DVD


A dupla Bruno e Barretto lançou, na última sexta-feira (18), o álbum “Buteco Raiz – Só as Derramadas”.

São dezoito canções, cinco inéditas e treze regravadas.

As regravadas são daquele estilo de boteco, como o título do trabalho diz, escolhidas de acordo com os gostos da dupla.

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Tem algumas pérolas no repertório: relembraram “Não tem dia, não tem hora”, de Edson e Hudson, “Vou beber de novo”, de Teodoro e Sampaio, e “Minha estrela perdida”, de João Paulo e Daniel.

Quando disseram que gravariam um DVD “raiz”, muita gente estranhou achando que seria um projeto de músicas mais tradicionais. Também sairia algo interessante se fosse essa a ideia, mas não é o caso.

São música mais sofridas, mesmo, típicas de bar.

Vale a pena conferir por se tratar do projeto mais diferente, musicalmente falando, que eles já fizeram até hoje.

O disco está inteiro disponível nas plataformas de streaming e tem alguns vídeos já publicados no YouTube.

Abaixo, deixo um desses vídeos: “Vida de cão”, sucesso de Rionegro e Solimões.

Cruzeiro de Safadão terá show de Marília Mendonça


A segunda edição do WS On Board, cruzeiro liderado por Wesley Safadão, terá show da Marília Mendonça.

Após a boa repercussão do primeiro, realizado em novembro do ano passado, o cantor anunciou sua próxima viagem de 23 a 26 de novembro de 2019.

Além de seu próprio show e o de Marília, ainda haverá apresentações de Gabriel Diniz, Bell Marques, Vintage Culture, Aldair Playboy, Márcia Fellipe e o DJ Jopin.

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A viagem sai de Santos.

Ontem, segunda-feira (21), Safadão postou que 50% das cabines já estão vendidas.

As vendas podem ser feitas clicando aqui. Os preços variam de R$3800 a R$5000 por pessoa.

Abaixo, segue o vídeo oficial da primeira edição do cruzeiro.

Zé Ricardo e Thiago cantam com Léo e Raphael: “Dois dedin”


Uma das duplas mais “alto astral” do mercado está de lançamento novo.

E quando eu digo “alto astral” é por que Zé Ricardo e Thiago realmente são caras muito divertidos (é minha opinião mesmo, gosto deles de verdade).

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A dupla está lançando uma nova música, extraída do atual DVD, chamada “Dois dedin”.

A faixa conta com a participação de Léo e Raphael, que fazem parte do mesmo escritório dos gordinhos, “Golfão Produções”.

“A gente já sabia que ia gravar com o Léo e Raphael, mas ainda não tínhamos escolhido uma música. Quando “Dois dedin” surgiu, as opiniões foram unânimes. É uma música bastante alegre, a cara tanto do Zé Ricardo e Thiago quanto do Léo e Raphael”, disse o Zé Ricardo.

O vídeo de “Dois dedin” pode ser conferido abaixo.

Marciano†


Faleceu hoje de madrugada, 18, o cantor Marciano.

Segundo as primeiras informações divulgadas pela família, ele foi vítima de um infarto.

Ficaria horas aqui escrevendo sobre a extensa carreira do Marciano e da importância de João Mineiro e Marciano na música sertaneja, mas não tenho nem clima.

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Marciano fez parte de uma das duplas mais importantes dos anos 1980, dona de um repertório invejável que conseguiu atravessar gerações por conta de algumas músicas (principalmente “Ainda ontem chorei de saudade” e “Seu amor ainda é tudo”), e foi homenageado em vida após passar quase 20 anos “esquecido” pelo mercado.

Tenho muito orgulho de ter contado a história dele em diversos programas que fiz. Levamos o Marciano ao Fanstástico, por conta do Bem Sertanejo, e ele passou a ser pautado em diversos programas depois disso.

E veio Lendas, veio participação em DVD, veio muita coisa…

Conseguimos dar o valor que ele merecia enquanto vivo, o que ameniza um pouco esse sentimento triste.

Em tempo, Marciano é autor de “Fio de Cabelo”, entre tantos outros sucessos.

Zé Neto e Cristiano de novo


Zé Neto e Cristiano decidiram não mexer em time que está ganhando.

Na última semana, eles lançaram 5 canções do novo projeto “Acústico de novo”, formato que funcionou (e muito) com eles no ano passado.

As músicas seguem na mesma toada, em arranjo e letra. A dupla pôs uma pedra no discurso de “sertanejo pop”.

Como a história quase centenária prova, a música sertaneja sempre será baseada em simplicidade musical e assuntos de amores e sofrimentos.

Abaixo, segue uma das canções divulgadas: “Cheiro da terra”, com participação do Daniel.

A Jenifer!


Estamos ainda na primeira quinzena de janeiro, mas ao que tudo indica, “Jenifer”, do cantor Gabriel Diniz, vai ser o grande hit do carnaval.

Disparando nas execuções de rádio e nos meios digitais, a música de GD tem uma história interessante, que mostra que acertar uma música é algo que envolve um punhado de mistérios.

Em junho do ano passado, meu amigo Dan Rocha, diretor artístico da Paranaiba FM, principal rádio do Triângulo Mineiro, me mandou uma mensagem no WhatsApp.

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Como dá para ver na imagem, ele havia recebido a composição e entendido que ali existia um provável hit.

Sugeriu ao Gusttavo Lima que gravasse a música.

Muitos nem ficaram sabendo, mas o Gusttavo gravou em um show e existem alguns vídeos dela no YouTube.

Como GL estava em meio a produção de seu mais recente DVD, que seria gravado em agosto, acabou não conseguindo se dedicar à música.

Com ela já encostada, foi a vez de o Gabriel Diniz gravá-la, com o consentimento do Gusttavo. A canção, de fato, tinha mais a ver com o tom bem humorado de Diniz do que com o romantismo do GL.

Vale dizer que se o Gusttavo deixou esse hit passar, em 2011 ele foi o beneficiado com história parecida. O “Tchererê” passou pelas mãos de Jorge e Mateus, que não quiseram a música, e o resto todo mundo sabe.