Universo Sertanejo

DESTAQUES

Hudson


Hudson Cadorini é cantor, segundeiro, roqueiro , sertanejo, guitarrista e parceiro do Edson.

Desde a infância canta ao lado do irmão, incentivados pelo pai, palhaço de circo, o “Palhaço Beijinho”.

Foram mais de vinte anos em busca do sucesso. Tiveram presença marcada em programas de televisão antes de ficarem conhecidos nacionalmente.

O sucesso veio no início dos anos 2000.

A identidade musical da dupla Edson e Hudson foi fundamental para destacá-los em um meio cheio de duplas gigantes fazendo sucesso.

Eles estão, como mostra a história, na origem do “Sertanejo Universitário”, movimento que mudou os rumos da música sertaneja.

Os irmãos tiveram um momento de desgaste que resultou em uma curta separação, e logo em seguida, Hudson passou por problemas pessoais que foram muito expostos na mídia.

Embora tenha sido uma fase muito difícil, os irmãos se reaproximaram e deram sequencia à bela carreira que construíram e que seguem construindo.

O papo com o Hudson é muito divertido.

Creone


Creone é nome artístico de Floriovaldo Alves Ferreira, mineiro de Comendador Gomes, nascido em 1940.

Foi um dos integrantes da fase de ouro do Trio Parada Dura, na formação Creone, Barrerito e Mangabinha.

Aos 81 anos, segue na estrada e não tem planos de aposentadoria. Creone iniciou sua carreira profissional ao lado do amigo Barrerito, na dupla Creone e Barrerito.

Após conquistarem um pequeno destaque regional, foram convidados pelo sanfoneiro Mangabinha para integrarem o Trio Parada Dura, que já existia, mas que passava por uma crise.

Assim, o país conheceu o trio mais importante da história.

Já no primeiro disco da nova formação, com a música “Castelo de amor”, o país começou a conhecer três nomes que marcariam para sempre a música sertaneja.

Creone conta nessa entrevista todos os detalhes do sucesso do Trio Parada Dura, desde o acidente aéreo em 1982, até os mega hits cantado até hoje.

Jakson Follmann


Jakson Follmann, gaúcho da cidade de Alecrim, é ex-jogador de futebol e tem uma carreira recente como cantor sertanejo.

Após o fatídico acidente com o avião da Chapecoense, em 2016, do qual ele foi um dos seis sobreviventes, Follmann passou a ter experiências musicais, que o lembraram de sua infância em festivais no interior do Rio Grande do Sul.

Convidado pela Globo para o programa “Popstar”, em 2019, ele venceu a competição apresentando um repertório majoritariamente sertanejo.

Com a vitória, surgiu a oportunidade de criar um projeto para teatro misturando sua história de superação com seu gosto pela música.

Mesmo com o mercado de eventos fechado desde março de 2020, seus projetos já estão andando bem por conta da possibilidade de realizar suas palestras online.

O papo foi muito bacana, focado em música e com várias histórias sobre uma figura que tem sido exemplo de vida pra muita gente.

Jerônimo Muzetti


Jerônimo Muzetti, mais conhecido como Jerominho, está na história da Festa do Peão de Barretos.

É a décima vez que ele está a frente do evento (5 mandatos de 2 anos).

É atual presidente de “Os Independentes”, clube que organiza o famoso Barretão.

Coube a ele, já experiente, decidir sobre a não-realização da Festa em 2020 e 2021.

Nunca, desde sua criação em 1956, o evento havia deixado de ser realizado. O principal rodeio do Brasil é pauta dessa conversa leve e repleta de informações.

Como Barretos escolhe sua programação? Quanto custa ir à Festa? Quando ela custa? O evento tem lado político? Qual é o recorde de público?

Esses são alguns dos assuntos dessa bate-papo.

Cezar e Paulinho


Cezar e Paulinho são irmãos e cantam profissionalmente desde meados da década de 1970.

Nascidos em Piracicaba, um dos berços da cultura caipira, começaram a fazer sucesso no início dos anos 1980, emplacando uma sequencia de sucessos que os colocaram entre os maiores da música sertaneja.

Além das canções emplacadas, sempre se destacaram pelo bom humor nas entrevistas, o que sempre garantiu a presença deles nos principais programas de TV.

Filhos de Craveiro, da dupla caipira Craveiro e Cravinho, os cantores cresceram no meio da música e conheceram seus grandes ídolos ainda durante a infância.

A história da dupla Cezar e Paulinho é um tanto diferente do padrão, e eles sabem contar muito bem cada detalhe dessa jornada.

O bate-papo vale muito a pena ser conferido.

Murilo Huff


Murilo Huff é um goiano de 25 anos.

Compositor dos mais destacados da atual geração sertaneja, decidiu em 2018 apostar em seu sonho como cantor, bancando seu próprio DVD.

Com nome conhecido nos bastidores por conta de suas composições, foi conseguindo conquistar seu espaço sozinho, até fechar com um grande escritório sertanejo, a Artinvox.

Seu nome passou a circular bastante também por conta de seu relacionamento com a cantora Marília Mendonça, de quem é namorado e com quem tem um filho, nascido em dezembro de 2019.

Aposta de diversos nomes importantes dos bastidores, Murilo Huff quebra um pouco o padrão e mostra que, mesmo com apenas 25 anos de idade, é possível um artista ter muita história boa pra contar.

Vale a pena assistir.

Edson


Edson é nome artístico de Huelinton Cadorini Silva, nascido em São José do Rio Pardo em 1974.

Ao lado de seu irmão Hudson, forma desde a infância uma das duplas sertanejas mais conhecidas do país: Edson e Hudson.

Sucesso nacional desde o início dos anos 2000, a dupla começou a ganhar nome por conta da canção “Azul”, lançada no primeiro projeto acústico dos irmãos.

De lá pra cá, enfileiraram uma sequência imensa de hits, com destaque para as canções românticas. Em 2009 passaram por uma breve, porém muito barulhenta, separação.

Não ficaram nem dois anos distantes e retomaram a parceria. Nascidos em circo, filhos do palhaço Beijinho, sempre foram bem humorados nas entrevistas.

Esse papo com o Edson é mais um exemplo disso.

Vale muito a pena ver.

Paula Mattos


Natural de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, Paula Mattos abriu espaço com suas composições e se firmou como uma das principais cantoras da nova geração.

Paula é autora de centenas de sucessos gravados por grandes nomes dentro da música brasileira, como Henrique e Juliano, Marília Mendonça, Matheus e Kauan, Luan Santana, Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Henrique e Juliano, Marcos & Belutti, Thaeme e Thiago, Munhoz e Mariano, entre outros.

Após uma série de canções emplacadas com outros artistas, Paula decidiu em 2016 lançar sua carreira como cantora.

O papo foi muito especial e muito sincero.

Milionário


Milionário, nome artístico de Romeu Januário de Matos, está na história como segunda voz de uma das duplas mais importantes de todos os tempos.

Ao lado de José Rico, ajudou a mudar o rumo da música sertaneja e emplacou uma lista imensa de sucessos difícil de ser superada por qualquer outro nome sertanejo.

Mineiro de Monte Santo de Minas, saiu de sua cidade natal ainda na adolescência para tentar a vida em São Paulo.

Lá, após trabalhar em lanchonetes e bares, conheceu Zé Rico, que acabara de chegar do Paraná.

Passaram a morar juntos no dia em que se conheceram, dando início a uma história repleta de vitórias.

A entrevista é emocionante e para sempre.

Robertinho


Robertinho é nome artístico de José Simão Alves, goiano de Água Limpa, que está na história da música sertaneja por conta da dupla Léo Canhoto e Robertinho.

Ao lado de Léo Canhoto, revolucionou a história do sertanejo, incorporando diversas influências estrangeiras tanto na música quanto no visual.

Começaram a cantar juntos em 1969 e já estouraram no primeiro LP, puxado pela canção “Apartamento 37”.

Gravaram (e encenaram) bang-bangs, cantaram rock, moda sertaneja, músicas românticas e músicas polêmicas.

Como dito na entrevista, há uma música sertaneja antes e uma depois de Léo Canhoto e Robertinho.

O bate-papo ajuda a explicar o porquê de tamanha importância.