Universo Sertanejo

DESTAQUES

Paulo Leite e Kaique gravam com Manutti: “Tijolo”


A dupla Paulo Leite e Kaique, que já teve outros lançamentos postados aqui no blog, está lançando uma nova aposta ao lado do cantor Manutti.

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Os rapazes começaram a divulgar, na semana passada, a canção “Tijolo”.

Assim como em singles anteriores, Paulo Leite e Kaique novamente prezam pela simplicidade nos arranjos e letra.

Desta vez, a composição é assinada por Kaique Yule, Paulo Leite e Flávio Guedes, produtor responsável por todo o trabalho artístico e de gestão da dupla.

O lançamento “Tijolo” está disponível no YouTube, acompanhado de videoclipe dirigido pelo Jacques Jr, sócio de Guedes no escritório artístico FG74, que cuida da dupla Paulo Leite e Kaique.

Andri e Hector com Felipe Araújo: “Agravante Sofrência”


No último mês de julho, a dupla Andri e Hector foi assunto aqui.

Além do lançamento que eles estavam promovendo, a equipe por trás deles chamava atenção: Danimar e Marco Aurélio, dois compositores de épocas diferentes que tem o nome marcado na história da música sertaneja.

Hoje, quarta-feira (12), a dupla está com uma nova aposta: “Agravante Sofrência”, gravada ao lado de Felipe Araújo.

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A canção pode ser conferida abaixo.

A história da dupla é bem bacana, então decidi compartilhar o texto original que eles divulgaram pra imprensa. Mostra que o trabalho feito com eles é bem assentado e sem loucuras.

O repertório, como já era de se esperar tendo em vista a equipe que caminha ao lado deles, é o grande trunfo.

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“A história de Andri e Hector começa na cidade de Caxias do Sul no estado do Rio Grande do Sul, onde ambos cantavam pelos bailes da cidade, sempre se encontrando nos eventos e nas noites de Caxias. Foi quando Hector iniciou sua carreira solo e buscou a Andri para uma parceria músical. O entrosamento foi tanto que a parceria virou dupla e desde então começaram a buscar esse sonho juntos.

Sozinhos, produziram seu primeiro CD, gravaram videoclipes e faziam shows pela região. Em 2016 surgiu a oportunidade de participar do programa “Máquina da Fama”, apresentado por Patrícia Abravanel no SBT. Com o programa, ganharam mais espaço no mercado e consequentemente ficaram mais conhecidos pelo público da região.

Foi então que participando de um programa de tv local, conheceram o compositor e empresário Danimar. Que viu potencial na dupla que ali se apresentava e se interessou em ajudar na carreira de Andri e Hector. Em 2017 iniciaram um novo projeto, auxiliados pela Manager Music lançaram a música “Caliente” que já conta com mais de 100 mil visualizações no Youtube, além de estar presente em todas as plataformas digitais.

2018 chegou com grandes oportunidades para Andri e Hector, quando se juntaram ao projeto os compositores e empresários Victor Gregório e Marco Aurélio, trazendo novas idéias para o projeto. “Tipo Família” é o nome da música que estreou a nova fase da dupla de Caxias do Sul, sucesso nas redes sociais e nas plataformas digitais, Andri e Hector vem crescendo e conquistando fãs por onde passam.

Seu primeiro EP, conta com 6 faixas inéditas de autoria de Danimar, Victor Gregório, Marco Aurélio e parceiros. Foi produzido por Ivan Miyazato em Goiânia na Varanda Produções e distribuído pela MM Music aos cuidados de Maurício Melo.”

Blener Maycom fala do sucesso de “Atrasadinha”


O ano de 2018 já vinha chegando ao fim quando “Atrasadinha”, de Felipe Araújo, decidiu decolar.

Produzida por Blener Maycom, a canção tomou novas proporções quando foi cantada, de maneira divertida, pelo jogador Vinícius Jr, do Real Madrid.

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A mistura de sertanejo com pagode, gravada por Felipe com participacão de Ferrugem, funcionou imediatamente com o público.

Blener já havia testado alguns limites e acertado alguns meses atrás. Na tentativa de trazer de volta Humberto e Ronaldo ao topo das paradas, sabendo que a dupla precisava de um chacoalhão no repertório, o produtor apostou em um arranjo extremamente simples e popular em “Não fala não pra mim”, que a dupla gravou ao lado de Jerry Smith.

O resultado positivo lembrou o que o produtor já havia feito com João Neto e Frederico ao unir a dupla com Kevinho, desconhecido no meio sertanejo na época.

Blener passou o ano com destaque nas paradas tanto de rádio quanto digitais. São dele, além de “Atrasadinha” e “Não fala não pra mim”, as produções dos últimos lançamentos de Naiara Azevedo, que se consolidou após o boom recente do sertanejo feminino, Diego e Arnaldo, uma das principais da Sony Music, e Gabriel Diniz, que a cada ano funde mais seu forró com sertanejo.

O sucesso de “Atrasadinha” (Diego Barão/Leo Brandão/Wynnie Nogueira), lançada pela Universal Music, é uma espécie de reafirmação de que as pessoas estão cada vez mais abertas a misturas e novidades.

“Eu sempre apostei muito em inovação, sempre pensei em trazer novidade para o público e o sertanejo permite essa abertura, não é um povo de cabeça fechada. O brasileiro gosta muito de pagode, é um dos nossos estilos mais populares, e a parceria do Felipe com o Ferrugem me permitiu fazer algo novo”, diz Blener.

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A entrada de “Atrasadinha” no repertório do cantor não foi das mais simples.

“Eu tenho uma casa de composições aqui e o compositor mostrou pra mim, mas eu não dei muita atenção durante a audição, mas a gente sabe que música tem endereço, né? Um amigo meu, Alessandro Queiroz, que gostava da música decidiu ir atrás do Vanucci (Rafael Vanucci, sócio de Felipe) e ficou insistindo pra que ele ouvisse, e o Vanucci acabou gostando”.

Depois de gravada, a música ainda não era a unanimidade.

“Quando chegou o momento de decidir a música de trabalho, tinha uma outra música ganhando dela, uma preferência meio que de todo mundo, mas o Felipe em especifico queria essa, ele não tinha dúvida. Algumas pessoas tinham receio por ser um pagode, mas o Felipe tava bem convicto, admiro isso nele”.

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Villa Baggage chega ao fim; irmãos se lançam como Guilherme e Benuto


No início do mês, o trio Villa Baggage anunciou o fim do projeto.

Trio de maior destaque nessa nova geração sertanejo, o VB se manteve na estrada por dez anos.

Com a saída da vocalista Emy Maziero, os irmãos Gui e Nuto Artioli seguirão carreira como dupla.

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O nome da dupla escolhido é Guilherme e Benutto. Na semana passada, em Goiânia, eles já gravaram um primeiro DVD.

Bastante inseridos no mercado pelo trabalho como compositores, os irmãos receberam Jorge (Jorge e Mateus), Israel e Rodolffo e Edson e Hudson como participações.

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Produzido pelo Ivan Myiazato, a primeira música do projeto sai ainda esse ano.

Uma nota triste


Na última quarta-feira, dia 29, faleceu o seu Vitor, pai do cantor Rick, da dupla Rick e Renner.

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Quem acompanha o sertanejo nas redes sociais, sabe que ele sempre prestou homenagens e foi muito próximo dos pais, temas de algumas de suas tantas composições.

Abaixo, deixo a nota oficial.

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É com grande pesar que a Vibe Produções Artísticas, escritório que administra com exclusividade a carreira de Rick e Renner, informa o falecimento do pai do cantor Rick, Vítor Antônio de Carvalho, de 86 anos de idade, nesta quarta-feira, dia 29 de novembro. Ele estava internado há 75 dias no Hospital Geral de Palmas (HGP), em Tocantins, por conta de um acidente vascular cerebral.

A causa da morte do sr. Vitor foi uma súbita parada cardíaca em decorrência dos problemas de saúde que ele já vinha enfrentando por conta do AVC. O velório acontecerá na Câmara Municipal de Monte do Carmo (TO) e o corpo seguirá às 21h30, para a Igreja Matriz da cidade.

Neste momento delicado de muito luto, a Vibe Produções Artísticas montará toda a logística necessária para que o cantor consiga prestar as suas últimas condolências ao pai, no velório e enterro, e depois seguir para os palcos. “Hoje, sem dúvida, é um dos dias mais tristes da minha vida. Deus acaba de levar meu maior exemplo de vida. Meu herói, meu querido e eterno pai. O que me resta agora é tentar a ser o melhor ser humano que puder. Obrigado a todos que oraram pelo meu pai”, comenta.

Nos bastidores do Festeja Brasil


Começou a ser publicada ontem, no GShow, a cobertura do “Festeja Brasil”.

Pelo terceiro ano consecutivo, acompanhei os bastidores e entrevistei os artistas escalados para o especial de fim de ano, com exibição marcada, naturalmente, para dezembro.

O primeiro vídeo é com Marília Mendonça. Para assistir, basta clicar sobre a imagem.

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Os vencedores do Grammy


O Grammy Latino premiou com classe em 2018.

A cerimônia aconteceu na última quinta-feira, dia 15, em Las Vegas.

Chitãozinho e Xororó, com “Elas em Evidências”, levou como “Melhor Álbum de Música Sertaneja”.

Almir Sater e Renato Teixeira ganharam o prêmio de “Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras” com o projeto “+AR”.

Novidade: Paulo Leite e Kaique lançam “Romance do Sertão”


Hoje tem lançamento no blog.

A dupla já é conhecida de quem passa sempre por aqui.

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Paulo Leitte e Kaique, que tem a carreira gerida pela FG74, do produtor musical Flavio Guedes e do diretor de vídeos Jacques Jr, estão apostando na canção “Romance do Sertão”.

A composição é de Kaique Yule e Álvaro Stefanelo

De estilo mais romântico, a canção ganhou um clipe cheio de belas imagens da natureza.

A letra, também, é muito bonita.

Vale a pena conferir.

Já viu?


Sandy está divulgando os vídeos do seu novo projeto, “Nós, Voz, Eles”, e essa semana foi a vez de lançar a parceria ao lado de Xororó.

Juntos, eles revisitaram um dos grandes sucessos de Chitãozinho e Xororó, “Meu Disfarce”.

Vale a pena.

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Mais política


Comentei aqui, antes do fim das eleições, que manifestações política poderiam trazer dores de cabeça que não valiam a pena para os sertanejos.

No texto, citei uma postagem que fiz no Instagram, em setembro, defendendo a mesma ideia.

Ainda que muitos acreditem que isso é bobagem, ontem o jornalista Ricardo Feltrin publicou a seguinte matéria: “Artistas antibolsonaristas fazem lobby contra (ex) colegas na Globo“.

Como diz o título, quem se manifestou a favor do candidato eleito vai ter que aprender a lidar com uma turma disposta a atrapalhar. Sertanejos, inclusive, estão citados na matéria.

A notícia é apenas uma, o exemplo é apenas um e se trata de um fato que não deve resultar em muita coisa, mas vale como uma leve prova de que não é à toa que a gente sugere que os artistas fiquem fora de discussão política.