Universo Sertanejo

DESTAQUES

Milionário


Milionário, nome artístico de Romeu Januário de Matos, está na história como segunda voz de uma das duplas mais importantes de todos os tempos.

Ao lado de José Rico, ajudou a mudar o rumo da música sertaneja e emplacou uma lista imensa de sucessos difícil de ser superada por qualquer outro nome sertanejo.

Mineiro de Monte Santo de Minas, saiu de sua cidade natal ainda na adolescência para tentar a vida em São Paulo.

Lá, após trabalhar em lanchonetes e bares, conheceu Zé Rico, que acabara de chegar do Paraná.

Passaram a morar juntos no dia em que se conheceram, dando início a uma história repleta de vitórias.

A entrevista é emocionante e para sempre.

Robertinho


Robertinho é nome artístico de José Simão Alves, goiano de Água Limpa, que está na história da música sertaneja por conta da dupla Léo Canhoto e Robertinho.

Ao lado de Léo Canhoto, revolucionou a história do sertanejo, incorporando diversas influências estrangeiras tanto na música quanto no visual.

Começaram a cantar juntos em 1969 e já estouraram no primeiro LP, puxado pela canção “Apartamento 37”.

Gravaram (e encenaram) bang-bangs, cantaram rock, moda sertaneja, músicas românticas e músicas polêmicas.

Como dito na entrevista, há uma música sertaneja antes e uma depois de Léo Canhoto e Robertinho.

O bate-papo ajuda a explicar o porquê de tamanha importância.

Jacques Jr


Jacques Jr é diretor de vídeo.

Assinou centenas de DVD’s e mais de mil videoclipes sertanejos com os nomes mais variados possíveis.

É diretor do Bem Sertanejo, quadro de Michel Teló no Fantástico, e assina também o clipe de “Ai se eu te pego”, que recentemente atingiu a marca de 1 bilhão de visualizações.

Profissional de vídeo desde os anos 1980, passou a trabalhar diretamente com música há 15 anos, através de artistas do universo gospel.

Aos 46 anos, é um dos maiores diretores de vídeo do Brasil.

Bruno e Barretto


Bruno e Barretto é um dos nomes mais conhecidos nacionalmente de uma geração de duplas que surgidas no Paraná na última década.

Fizeram sucesso já na primeira música, o hit “”Farra, Pinga e Foguete”, quando a dupla tinha apenas seis meses de existência.

Os cantores se conheceram pela internet e despertaram interesse de empresários também através de vídeos postados nas redes sociais.

Souberam lidar bem com as críticas que sempre surgem sobre sucessos meteóricos e conseguiram estruturar uma carreira de sucesso.

O papo, como sempre, é dividido. Um de cada vez. A conversa foi muito bacana.

Mary Galvão


Mary e Marilene Galvão cantam juntas desde 1947.

A entrevistada desse episódio é chamada de “Meire” por conta da confusão feita na pronúncia de seu nome de batismo.

Na escrita, porém, ela pede que seja usado o original, “Mary”. Mary Zuil Galvão, 81 anos, é a primeira voz da dupla feminina mais importante da história da música sertaneja.

Nesse papo recheado de boas histórias, ela anuncia o fim da dupla com a irmã.

Marilene, como já bastante noticiado na imprensa, sofre de Alzheimer.

Por alguns anos, ainda foi possível mantê-la em atividades profissionais.

Hoje, infelizmente, ela não tem mais condições.

Durante a conversa, com riqueza de detalhes, Mary conta sobre a vivência com grandes nomes da música sertaneja, fala das barreiras derrubadas por elas em um meio dominado pelos homens e dá uma aula de história pra ninguém botar defeito.

Uma entrevista muito especial.

Israel e Rodolffo


Israel e Rodolffo estão juntos desde 1999.

A parceria foi uma ideia dos pais dos cantores, que também trabalhavam com música.

Embora conhecidos como nomes da nova geração, os amigos têm uma estrada bem mais longa que a maioria das duplas atuais.

Com diversas músicas bem tocadas em rádios nos últimos 10 anos, a dupla conseguiu ganhar respeito nos bastidores e fazer um nome respeitável.

No entanto, ainda faltava alguns degraus para chegar no primeiro escalão da música sertaneja.

A participação de Rodolffo no BBB era justamente o que faltava para tornar gigante o nome da dupla.

Atualmente, Israel e Rodolffo tem a música mais tocada do país, a famosa “Batom de Cereja”.

Dalvan


Dalvan, 69 anos, é nome artístico de José Gomes de Almeida.

Ficou conhecido na música por conta do sucesso de sua dupla, Duduca e Dalvan, que fez sucesso do final dos anos 1970 até 1986, quando seu parceiro faleceu.

O cantor teve uma carreira solo extensa, também com sucessos, mas decidiu retomar a dupla em meados dos anos 2000, ao lado de outro “Duduca.

Entre os sucessos de sua carreira, estão “Meus Pedaços”, “Pequitita”, “Espinheira” e “Massa Falida”.

Dalvan conviveu e foi amigo de diversas lendas da música sertaneja, como Milionário, José Rico e Tião Carreiro.

No bate-papo, contou histórias inéditas e, assim como outros convidados, deu uma aula de música sertaneja.

Falou também sobre seu perfil, quase único, de sertanejo-contestador, com letras de protesto.

Zé Henrique


Zé Henrique, nome artístico de João Rodrigues da Silva Júnior, 45 anos, é natural de Rondonópolis, Mato Grosso.

Formou, em 1996, a dupla Zé Henrique e Gabriel, que se manteve por 23 anos com a mesma formação.

Em 2019, meses após anunciarem o fim da parceria, um novo Gabriel passou a integrar a dupla.

Compositor de sucessos como “Inevitável”, “Nosso amor é ouro” e “Quando o coração se apaixona”, Zé Henrique é um dos artista mais versáteis das últimas duas décadas.

É ele quem toca viola, por exemplo, nas três edições do projeto “Meu Reino Encantado”, um marco na carreira do cantor Daniel e na música sertaneja.

Em 2008, Zé Henrique passou a ter problemas nas cordas vocais, o que o levou a quase uma década de incertezas e momentos difíceis relacionados à carreira.

Em um papo franco, ele contou todo o trajeto de sua bem sucedida história.

Marcos Mioto


Marcos Mioto, 47 anos, é um dos nomes mais importantes dos bastidores da música sertaneja (não apenas da sertaneja, mas principalmente).

Principal contratante de shows do país, ou em outras palavras, dono da maior agencia de shows do Brasil, o paulista de Votuporanga já chegou a ser responsável por 400 shows em apenas um ano.

São 30 anos fazendo a ponte entre escritórios artísticos e grandes festas, tendo a responsabilidade de fazer os dois lados saírem satisfeitos de um evento.

Na última década, já consagrado, passou a empresariar a carreira de seu filho, Gustavo Mioto, dono da música mais tocada de 2020 (“Com ou sem mim”).

Uma aula sobre como funcionam os bastidores da música sertaneja.

Adriano Moraes


Tem papo novo no canal. Adriano Moraes, paulistano de Quintana, é considerado o “Pelé do Rodeio”.

Tricampeão mundial de montaria em touros pela PBR, anotou seu nome na história em 1994, 2001 e 2006.

Seu estilo próprio e sua luta pela profissionalização do esporte o transformou em referência mundial.

Figura ilustre no Brasil e nos Estados Unidos, Moraes cuida hoje da PBR no Brasil, a principal associação de montaria em touros do mundo, e passou a fazer parte em abril da equipe do SporTV, que está abrindo espaço ao esporte.

Figura falante e divertida, o fazendeiro de 51 anos contou uma série de boas histórias sobre sua vida, incluindo seu histórico de títulos e também de fraturas.

Um programa sobre sertanejo, mas com espaço para essa cultura que sempre caminhou lado a lado com a nossa música.