Começou o ano

A postagem quase se chamou “Feliz Ano Novo”.

Até a semana passada, apenas dois assuntos foram, de fato, sérios envolvendo sertanejos: o “tempo” que João Carreiro e Capataz deram e o ocorrido com a filha do Giovani.

Na semana passada, no entanto, começou enfim a série de notícias que nem notícias são, mas que ganham maiores proporções por total falta de assunto.

(Antes, uma notinha de hoje: o Sorocaba foi pego com a carteira vencida enquanto se dirigia para um show, ontem, Itanhanhém, litoral de São Paulo).

Três casos sem muita importância que ganharam espaço.

-O primeiro caso foi até tratado aqui, sobre a regravação de “Lepo Lepo” por parte do Cristiano Araújo. Uma atitude absolutamente corriqueira (nem por isso correta, mas já amplamente debatida), foi tratada como um escândalo musical, com direito a provocações e manifestações por parte de pessoas que não tem absolutamente nada a ver com a questão.

-O segundo caso, com um mínimo grau importância, foi a foto em que Munhoz e Mariano aparecem armados. Uma bobeira da parte deles, mas que tomou proporções como se a dupla fizesse, de fato, apologia a qualquer tipo de violência. Ao dizer na legenda que a arma era de brinquedo, Mariano já se prevenia de algumas críticas. De fato, foi um erro, mas não justifica a reação extremada de seguidores da dupla e o tom de algumas matérias a respeito.

-O terceiro caso talvez seja o mais bobo. Lucas Lucco lançou um clipe que lembra bastante “Te Vivo”, de Luan Santana. Aí vieram os papos de “cópia”, “plágio” e etc. Em ambos os clipes, a protagonista raspa o cabelo por conta de câncer, o que sempre é uma imagem forte. Acontece é que grande parte das acusações perde o sentido quando se busca saber os responsáveis pelos clipes: tanto o de Lucco quanto o de Luan são de una mesma pessoa: o diretor Alex Batista.

Começamos o ano.

hersonhei

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