Universo Sertanejo

DESTAQUES

Novidade: Raffa Augusto lança “Me ame mais” com Zezé di Camargo


O lançamento de hoje é de um artista novo.

Trata-se da primeira música de trabalho de Raffa Augusto, cantor que fez sua base de apresentações no Alto Tietê (região de São Paulo que compreende cidades como Suzano, Mogi das Cruzes e Arujá).

Raffa gravou seu primeiro CD em 2015 e passou a frequentar a noite paulistana. Suas apresentações no “Adega 33″, em Guarulhos-SP, começaram a ficar movimentadas, o que fez o proprietário da casa se unir ao cantor e se tornar seu empresário.

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Com nova equipe formada, a próxima etapa foi a gravação do primeiro DVD. Raffa escolheu o renomado Laércio da Costa para cuidar do novo projeto.

E se já não bastasse a assinatura de uma figura consagrada no meio, a primeira música de trabalho conta com uma participação do maior quilate: Zezé di Camargo.

A canção “Me ame mais”, escrita por Henrique Andrade, é uma aposta romântica bonita que ficou muito interessante nas vozes dos dois cantores.



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Um pouco de Luis Fonsi


Estive em Buenos Aires, no último domingo (25), para assistir a uma apresentação do porto-riquenho Luis Fonsi, dono da “Despacito”.

Fonsi se apresentou ao lado de músicos do tradicional Teatro Colón, em um projeto especial da prefeitura de Buenos Aires.

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Como o show tinha um perfil totalmente diferente, ao lado de uma orquestra, o repertório escolhido pelo cantor teve mais canções românticas e antigas do que os novos hits pop-mundiais.

Minha surpresa foi ver o tanto de boas músicas românticas que ele tem na carreira, muito mais extensa do que a maior parte dos brasileiros acha (o primeiro disco dele é de 1998).

Três me chamaram atenção e eu divido por aqui.

Uma delas é muito conhecida nossa. Trata-se de “Quisiera poder olvidarme de ti”, que nas rádios brasileiras se transformou em “Só penso em você” em gravação da dupla Edson e Hudson.

As outras duas, em ordem abaixo, se chamam “No me doy por vencido” e “Gritar”.



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Silvio Luciano Alves †


Faleceu, na última quarta-feira (21), Silvio Luciano Alves, de 58 anos, vítima de infarto.

Silvio foi uma figura das mais queridas nos bastidores. Trabalhou na agenda Leandro e Leonardo no auge da dupla e teve passagem muito marcante na carreira de Zezé e Luciano também na  área comercial.

Morou por muitos anos em Barueri (SP) em uma casa que recebia constantemente figuras do mercado musical. Faleceu em Nazário, Goiás, onde tinha fazenda.

Zezé postou uma homenagem a ele.

9 de junho de 1991 primeiro show profissional dos recém chegados na parada de sucesso (Zeze di Camargo e Luciano) com a música É o amor. A festa de exposição agropecuária de Araguaína-TO, recebia então o primeiro show de Dois Filhos de Francisco. Silvio Luciano Alves naquela época cuidava da agenda de Leandro e Leonardo, já dois artistas consagrados no Brasil. Não só vendeu o então citado show, como nos emprestou o dinheiro pra comprarmos o equipamento da nossa primeira banda. Silvio cuidou da nossa agenda por uns 15 anos. De profissional, a amigo e de amigo a irmão. Nossa convivência se tornou tão intensa q essa foto demonstra o carinho q tinha por ele. Fui seu padrinho de casamento. A madrugada sempre me trouxe inspirações mas hoje ela veio diferente. Distante, fora do país sem poder estar perto de sua família, fui surpreendido com uma triste notícia. Perdi meu amigo!!!! Como cantaram Leandro e Leonardo, (no qual ele tb cuidou por mtos anos da agenda), “ NÃO APRENDI DIZER ADEUS”. Lágrimas no coração.

Uma publicação compartilhada por Zezé Di Camargo (@zezedicamargo) em



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Dia de lançamento: Rick e Ricardo divulgam clipe de “Estaciono meu mundo”


O lançamento de hoje vem de uma dupla das boas e  já com longa estrada.

Rick e Ricardo são mineiros de Congonhas e  Juiz de Fora, respectivamente, mas começaram a cantar juntos em Belo Horizonte, capital com uma cena sertaneja bastante conhecida.

São catorze anos de história, carreira que teve início quando a nova geração sertaneja ainda engatinhava.

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Os rapazes estão atualmente com um EP em mãos. A assinatura do projeto é do produtor Eduardo Pepato, que dispensa apresentações.

No ano passado, uma das canções do EP chamou atenção com um belo desempenho. A música “Camisa do Mickey” bateu 4 milhões de visualizações no YouTube.

Desse mesmo projeto foi tirada a nova música de trabalho, uma ótima aposta: “Estaciono no mundo”.

A canção ganhou um clipe lançado hoje, que pode ser conferido abaixo.



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Coleção do Victor e Leo


Estive recentemente no escritório da dupla Victor e Leo, “Vida Boa”, em Uberlândia.

Ganhei de presente um kit com todos os projetos da carreira deles (a partir do primeiro disco de sucesso).

Fiz um vídeo contando e dando alguns pitacos.



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Estreia: Ciro Netto e Manuel com “Dorme bem”


A parceria é recente, de 2017, mas não se trata de uma dupla de novatos.

Ciro Netto, o primeira voz, já apareceu aqui no blog como cantor solo. As 34 anos, é figura conhecida entre os compositores da nova geração e tem uma série de canções gravadas por artistas de todos os tamanhos.

Manuel, de 21 anos, era estudante de administração. Junto a Ciro, gravou em Goiânia, em junho do ano passado, o pocket show de estreia da dupla.

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O projeto é interessante e serve de exemplo para duplas que acabaram de se formar e não sabem muito bem por onde começar. As músicas são sempre o mais importante, claro, mas é preciso também um cuidado com a imagem, ainda mais que se trata de um produto novo. O pocket foi muito bem feito.

Desse primeiro projeto faz parte “Dorme bem”, que a partir de hoje passa a ser a primeira música de trabalho da carreira dos rapazes.

Ela está sendo divulgada na versão original e em uma alternativa, acústica. Está tudo nas plataformas de streaming.

A música conta com a participação do jovem Hugo Henrique.



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Zé Henrique e Gabriel falam sobre a separação


Na última semana, a dupla Zé Henrique e Gabriel publicou um vídeo, em seus canais oficiais, com comentários sobre a separação anunciada em dezembro do ano passado.

Descartando supostas brigas, os cantores assumiram que a principal questão foi financeira. Com altos investimentos (o último DVD, por exemplo, foi bancado por eles) e sem incentivos de escritórios ou gravadoras, a carreira estava ficando inviável.

Aos que não assistiram ao vídeo, ele segue abaixo. Antes, um vídeo que eu publiquei ontem falando um pouco da situação.

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Di Paullo e Paulino cantam com Marília Mendonça: “Estrelinha”


Se o ano sertanejo começa depois do carnaval, como gostam de brincar os fãs de rodeio, começou com o pé direito.

Hoje, sexta-feira, está sendo lançada a primeira faixa do DVD “Nós e elas”, que a dupla Di Paullo e Paulino gravou no final do ano passado.

A estreia nas rádios é na próxima segunda (19).

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A canção, “Estrelinha” merece uma série de elogios pela letra em si. Com a interpretação dos envolvidos, ficou mais  emocionante ainda.

Não vou comentar a história da música pra não estragar a surpresa. Vale muito a pena ouvir.

A composição é de Gabriel Rocha, Luigi, Leandro Visacre e Lucas Carvalho.

O projeto “Nós e elas” sai na primeira semana de março pela Som Livre.



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O “hit de carnaval” nosso de cada dia


Esperei o fim do carnaval pra poder escrever com mais certeza a respeito de um assunto que me ocorreu alguns meses atrás.

Passamos por mais uma festa sem o “hit do carnaval”. Houve “Que tiro foi esse?”, mais uma brincadeira viral, uma frase forte, do que um sucesso musical. Não fosse esse único suspiro, o carnaval de 2018 teria passado batido musicalmente.

Uns forçaram a barra aqui, outros escritórios tentaram inventar um suposto hit ali, mas não teve jogo.

É importante dizer, também, que a maior parte dos artistas tirou o corpo fora dessa competição. Até mesmo os que tentaram algo, como Safadão ao gravar “Psiquiatra do bumbum” com Léo Santana, não entraram naquele desespero comum à época.

Ao que tudo indica, torrar mundos e fundos para ter a música mais tocada por quatro dias saiu de moda.

Parece uma boa mudança? Sim, mas não por bons motivos. Aparentemente, passamos a buscar o “hit do carnaval” não só em fevereiro, mas em todos os meses do ano.

A meu ver, isso é resultado da recém-compreendida cultura do “single”. De uns anos pra cá, praticamente todos os artistas grandes entenderam que não adianta mais lançar discos cheios um atrás do outro. O melhor negócio é apostar em uma música, insistir, e depois de alguns meses apostar em outra.

Essa cultura, que eu já mesmo defendi aqui outras vezes, tem apresentado um efeito colateral estranho. Parece que vivemos, durante todos os meses do ano, aquele desespero pra acertar o hit como se estivéssemos às vésperas do carnaval.

Passei quase uma tarde toda, no início do ano, ouvindo as playlists do Spotify. Usei o aplicativo na TV pra aproveitar o som mais alto.

A cada música que mudava, a arte de divulgação do single mudava. E isso se repetiu por 100, 200 vezes.

Senti algo estranho, era quase uma televisão de cachorro. Uma competição pra ver quem tem a música com maior apelo, a melhor foto, a melhor arte, quem sorri melhor, quem consegue prender mais atenção.

E aí você vai estendendo a situação, lembrando que a briga também é pra ver quem gasta mais no YouTube, mesmo o retorno seja em views de países que não entendem português, quem bate um trilhão de visualizações em menor tempo e, claro, quem divulga melhor que bateu algum recorde que vai ser quebrado daqui alguns dias.

Alguém consegue ver, realmente, essa situação como positiva?

Isso impacta no desempenho da música sertaneja como um todo, sem nem entrar naquele papo chato de qualidade.

O duelo entre “o que o mercado quer” e “o que eu acho bom gravar” sempre vai existir, mas o primeiro está começando a levar vantagem demais. Não à toa, o gênero se assustou, no ano passado, com o crescimento de outros estilos musicais.

Não sou da turma dos alarmistas que acha que o sertanejo está em crise, mas acho que não dói tomar certos cuidados.

Deixo abaixo uma música que muitos devem conhecer, ainda que não seja sertaneja. É uma canção de 2001 dos Titãs, “A melhor banda de todos os tempos da última semana”. A letra traz várias críticas que praticamente nos obriga a vestir a carapuça.



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“Oba Festival” mistura os estilos mais populares da atualidade


Salvador, Rio de Janeiro e Sapucaí são os carnavais mais midiáticos por conta da tradição, mas os interiores do Brasil possuem carnavais fortíssimos e que disputam público com festas do país todo.

Um dos mais importantes do interior de São Paulo é o “Oba Festival” (ou “Bloco Oba”, como sempre foi chamado), tradicional evento realizado em Votuporanga, a 521km da capital.

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Os shows acontecem do dia 10 ao 13 com uma bela escalação de de artistas.

O “Oba” desse ano terá Henrique e Juliano, Simone e Simaria, Safadão, Alok, Anitta, Dennis DJ, Kevinho, Molejo, Banda Eva, Tomate, Jammil, Batom na Cueca, Seu Moço, Mc THG e A Zorra.

Abaixo, segue um vídeo com imagens do ano passado mostrando um pouco da festa.



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