Sertanejo na abertura das Olimpíadas?

O site da revista americana National Review publicou um artigo que reclama da ausência de cultura e música sertanejas na abertura das Olimpíadas de 2016.

Preferi não escrever nenhuma crítica nessa linha pelo fato de o Rio, como bem sabemos, não ter nada de música sertaneja em sua formação cultural. Há quem argumente que a cerimônia não mostrou apenas elementos da história fluminense ou carioca, logo, poderíamos ter algum artista nosso lá. Mas como nem na Copa houve sertanejo, imagina na Olimpíadas do Rio.

No texto, que é de uma publicação de caráter conservador, a ideia principal é de que o sertanejo foi propositalmente ignorado por um suposto “marxismo cultural”, que exaltado a pobreza e mostrando para o mundo o que os responsáveis querem que seja o Brasil, e não exatamente o que o Brasil é.

Como o artigo é calcado na questão ideológica, não vale a pena me estender nele ao menos por aqui no blog, mas compartilho o link (em inglês) para quem quiser tirar suas próprias conclusões.

Para ler, clique aqui.

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1 Comment

  1. Também achei chato não ter o Sertanejo, mas a abertura conseguiu ser um pouco melhor que a de Londres, apesar de não ganhar da de Pequim (Entre as que eu assisti). Se for levar em conta a tendência da Cerimônia de Encerramento de Londres, onde foi muito mais musical do que a abertura, então acho que ainda tem chance da nossa música aparecer por lá…E tbm tenho o sentimento que o Encerramento vai mostrar mais essas “divisões” regionais do Brasil. Só espero não me decepcionar…

    E bem que eles podiam chamar o Michel Teló (tocando uma sanfoninha, tão importante no Brasil, além de cantar o Ai se eu te pego e algum modão, como no projeto Bem Sertanejo) e mais algum medalhão, como Almir Sater, Sérgio Reis ou mesmo Chitãozinho e Xororó (Prefiro os dois primeiros, com todo o respeito ao C&X).

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